Os famosos sacos plásticos
 

Pesquisa feita por Andrea Mieko

Na comunidade Desenvolvimento Sustentável na rede social orkut, começou uma discussão sobre os famosos sacos plásticos que tanto fazem parte da nossa vida, seja no supermercado ou na quitanda, na farmácia, nas papelarias, nas lojinhas de presentes e etc. Eles estão em todo lugar e o pior de tudo, é ter que admitir que eles são muito eficientes na hora de juntar o lixo de casa.

Os sacos plásticos apesar de úteis causam uma tremenda poluição ao meio ambiente. Isso porque eles são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, isso é, são difíceis de serem degradados, podendo levar cerca de 400 anos para desaparecer completamente. Além disso, a manufatura do polietileno – substância do qual é feito o saco plástico – faz-se a partir de combustíveis fósseis o que acarreta a emissão de gases poluentes. Mas o maior problema é o destino final que damos a esses saquinhos plásticos. Eles sempre acabam nos aterros sanitários ou nos rios e oceanos quando o esgoto é jogado sem tratamento.

Nos aterros sanitários e mesmo lixões a céu aberto, os sacos plásticos dificultam e impedem a decomposição de materiais orgânicos e/ou biodegradáveis. Além disso, comprometem a capacidade do aterro, deixam o terreno muito impermeável e instável para uma boa adequação dos resíduos.

Já no mar, o saco plástico além de poluir visualmente, e diminuir a qualidade da água, provoca asfixias em animais marinhos. Baleias, tartarugas e golfinhos podem confundir algas e águas-vivas com os sacos plásticos e acabarem sufocadas, o que as leva à morte. O caso mais dramático ocorreu em 2002, quando uma baleia anã deu à costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.

Em alguns lugares do mundo já foram tomadas atitudes para acabar com o uso dos sacos plásticos. Em São Francisco, nos EUA, foi proibida a utilização desses sacos em supermercados e farmácias. Na Europa, vários países – Alemanha e Dinamarca, entre outros – já evitam a entrega gratuita de sacos pelos supermercados à clientela. Na Irlanda, por exemplo, há um imposto de 0,22€ para cada saco plástico distribuído, o que reduziu em 90% o uso. E melhor ainda: todo o dinheiro recolhido vai para projetos ambientais.

Em Zanzibar (um conjunto de ilhas na África), também foi proibido o uso das sacolas plásticas, pois o turismo que é principal atividade econômica esta sendo prejudicado pelos danos à vida marinha. Mas lá a atitude foi bem radical: se você usar um saco plástico, pega seis meses de cadeia ou paga 02 mil dólares de multa.

Em alguns lugares os supermercados já fazem propaganda do uso de sacolas verdes, isso é, sacolas biodegradáveis, fotobiodegradáveis, hidrossolúveis e oxibiodegradáveis. E o custo total pela substituição por esses plásticos mais desenvolvidos é quase a mesma coisa dos comuns. Isso porque a procura está cada vez maior, o que vem barateando a novidade. E de qualquer maneira, a adoção desses plásticos traz benefícios com Preservação Ambiental e Marketing Verde.

Cada vez mais pesquisas nos surpreendem, e eu fico me perguntando por que o Brasil ainda não tomou uma atitude sobre isso. Existem infinitas opções para substituir os usuais sacos plásticos que tanto nos trazem problemas. Cada família brasileira descarta em média 40kg de plástico por ano. E apenas os plásticos filme – os saquinhos dos supermercados e afins – correspondem 30% do total de plástico descartado. Em mais de 40 países, entre eles, Inglaterra, França e Portugal já utilizam as sacolas plásticas oxibiodegradáveis. Estas aceleram a decomposição do material numa velocidade até cem vezes maior (o plástico comum levaria dezenas de anos para se degradar). Tem seus aspectos negativos: o alto custo dos materiais que são partículas derivadas de metais pesados que assim poderiam contaminar os lençóis freáticos.

Já o porém dos sacos biodegradáveis é que devem estar num ambiente biologicamente ativo, como por exemplo ser enterrados no solo para que o processo de degradação se inicie.

A melhor opção pode ser a marca de sacos plásticos d2w® que mesmo que descartada ao ar livre já começa a sua degradação. É incluído um aditivo especial que atua na decomposição das ligações carbono-carbono do plástico, o que leva a uma diminuição do peso molecular e ao final uma perda de resistência e outras propriedades.

Empresas como a Aqualung, Petrobrás, Caixa Econômica, Banco do Brasil, ABN Amro Bank, Bradesco, Vivo, Natura, O Boticário, Varig, Correios, Nova Schin, dentre mais de 50 empresas listadas no Brasil já adotaram os plásticos d2w®.
No site você também pode encontrar embalagens hidrossolúveis: resbrasil.com.br

Já a Nobel Pack fornece embalagens com a tecnologia d2w® e também 100% reciclados, a partir de embalagens de longa vida e aparas brancas.

Para produzir 1 ton kg de papel reciclado, aproximadamente 17.000 sacolas:
- 20.000 litros de água serão economizados – o que equivale a um consumo médio diário de 100 pessoas.
- 250Kw de energia não serão utilizados – o que representa o consumo mensal de uma família.
- 18 árvores não serão cortadas.
- 1,46 ton de embalagens longa vida serão retirados do lixo – o que equivale a 50.780 embalagens de longa vida de 1 litro.

Arezzo, Cantão, Claro, Cacau Show, Intelig, Natura, Tim, Swatch já fazem parte dessa campanha! Entre no site: nobelpack.com.br

Fonte de pesquisa: Em Dia com a Cidadania; Jornal da Ciência; eupodiatamatando.com; cempre.org.br; resbrasil.com.br e Nobel Pack.

Fonte: www.meumundosustentavel.com

 
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